De fundação remota e data desconhecida, a igreja de Santiago já existia, de acordo com fontes conhecidas, na segunda metade do século XIII. Sabe-se, no entanto, que teria sido uma primitiva benesse da Ordem de Santiago da Espada e mais tarde integrada na Ordem de Cristo.
O primitivo templo medieval duocentista desapareceu por completo, com excepção da moldura de uma porta gótica. A construção actual é obra tardia do reinado de D. José I.
Foi destruída com o terramoto e mais tarde recuperada pela Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, transformando o templo religioso num espaço cultural, onde se realizam actualmente debates, colóquios e exposições.