Exposição Permanente de Artes e Ofícios Tradicionais

​São várias as coleções que atualmente se encontram na exposição permanente "Artes e Ofícios Tradicionais", através das quais pretendemos reconstituir memórias do modo de vida de um povo que tem, na tradição e nos valores, um reflexo muito significativo da sua identidade cultural.

​São várias as coleções que atualmente se encontram na exposição permanente "Artes e Ofícios Tradicionais", através das quais pretendemos reconstituir memórias do modo de vida de um povo que tem, na tradição e nos valores, um reflexo muito significativo da sua identidade cultural.

O vinho, a vinha, a agricultura, os lanifícios, o barro e os cobres foram e são elementos vivos da história, cujo espólio constitui, não só uma forma de reprodução material de um ou vários modos de saber popular, como também são elementos que contribuíram, de uma forma significativa para a evolução social e económica do concelho.

Obviamente que a maior e a mais importante coleção da exposição é aquela que está relacionada com a vinha e o vinho. Trata-se de um espólio com cerca de um milhar de peças, que demonstram todo o processo evolutivo do vinho, desde o tratamento das videiras, à colheita das uvas até à comercialização do vinho nas antigas adegas. Por isso, recriou-se uma adega com as suas pipas, os potes, as mesas e os bancos, o balcão, a fraca iluminação, onde é possível ver in loco todo este processo.

Ainda dentro desta coleção é possível relembrar ou conhecer os antigos veículos de tração bovina ou muar, que eram utilizados como veículos de carga, muitos deles destinados ao transporte da uva das vinhas para as adegas.

As outras coleções, menos significativas em termo de espólio disponível, mas igualmente importantes como elementos da história, dizem respeito às outras artes que se foram desenvolvendo no concelho, quer as ligadas às práticas agrícolas – utensílios de tratamento da terra –, quer as relacionadas com o desenvolvimento do barro, do cobre e das mantas alentejanas.

Outra prática, não menos comum na região e ainda com alguma visibilidade em certas zonas mais rurais, é a transformação do leite (principalmente de cabra e de ovelha) em queijos. Aqui, à semelhança do processo transformativo da uva em vinho, recriou-se de igual forma todo o processo, desde a recolha do leite nos ferrados até ao fabrico dos queijos nas queijeiras.

Horário: dias úteis: 10h00-12h30 | 14h00-19h00, sábados: 14h00-19h00​. Encerra domingos e feriados.

Contactos

Biblioteca Municipal, Rua Conde de Monsaraz​, Reguengos de Monsaraz
7200-283 Reguengos de Monsaraz
GPS: 38.424798, -7.533466
Tel. (+351) 266 508 040
www.cm-reguengos-monsaraz.pt


Rua Conde de Monsaraz, Reguengos de Monsaraz (38.424802, -7.533474)

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